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sexta-feira, 29 de abril de 2011

O MAL DE PARKINSON E A PSICOLOGIA.


















Fatores emocionais são uma parte importante da síndrome de Parkinson. Os efeitos traumáticos da doença podem gerar uma grande confusão e ansiedade.
Esperamos que este capítulo seja de valia tanto para os pacientes do Mal de Parkinson quanto para seus familiares, já que ajustes na casa são necessários como parte do programa de tratamento do Mal de Parkinson.

A importância da atitude (comportamento)

Um diagnóstico do Mal de Parkinson é um acontecimento sério na vida de uma pessoa. O modo como o paciente interpreta o fato é muito importante. Disso vai depender a maneira como ele se sente e o que ele faz. Naturalmente, os sentimentos do paciente também afetarão familiares e amigos.
O Mal de Parkinson é basicamente físico, mas a mente também pode ser afetada. O Mal de Parkinson exige que o paciente aprenda a lidar com ele mentalmente assim como fisicamente. A maior parte dos pacientes de Parkinson mantém a capacidade de gozar a vida por longos períodos de tempo.

Comportamento nos estágios iniciais
Por serem normalmente muito leves, os sintomas do Mal de Parkinson podem passar despercebidos nos estágios iniciais. Pode haver tremor no polegar, que vem e vai, ou uma sensação de tremor interno, ou a escrita pode ficar pequena.
Mas, mesmo aqueles que reconhecem sintomas iniciais e procuram ajuda, podem ter suas preocupações descartadas por médicos que não conseguem diagnosticar a presença do Mal de Parkinson num estado inicial.
Muitas pessoas relatam que o diagnóstico do Mal de Parkinson em estágio inicial não foi percebido durante consultas em centros de diagnose excelentes e muito famosos. Não foi por culpa dos médicos. Os sinais da doença eram apenas leves demais para um diagnóstico preciso.
Naturalmente, os diagnósticos não são percebidos na maioria das vezes, quando os sintomas não aparecem externamente. Tremores internos não são prontamente observáveis. Pessoas nestas condições são freqüentemente diagnosticadas como neuróticas. Normalmente lhes dão tranqüilizantes e lhes recomendam psicoterapia.
Por outro lado, há pessoas que percebem tremor em si e acreditam ter o Mal de Parkinson, mas ao ir ao medico, descobrem que não.
Estas pessoas podem sofrer de algum outro mal que, de alguma maneira, se assemelham ao Mal de Parkinson. Algumas drogas, por exemplo, produzem efeitos colaterais, que se parecem com sintomas dele.
Pessoas que ignoram seus sintomas podem adiar o reconhecimento de que portam o Mal de Parkinson. Quando o diagnóstico é feito, eles ficam surpresos de como puderam deixar de perceber sua condição até serem forçados a faze-lo.
Em um caso, por exemplo, a doença, num estágio facilmente reconhecível, foi diagnosticada à distância por um médico que, jogando golfe, observou a passada rápida e o andar arrastado de um jogador.
_"Você tem o Mal de Parkinson", ele disse. O homem ficou chocado.
_"Como você sabe?" Ele não havia percebido as enormes mudanças em sua postura e seus movimentos.
Vários pacientes relatam que pessoas observam e comentam que seus braços não balançam, mas ficam duros dos lados quando andam. Isso é bem típico no Mal de Parkinson.
Adaptações necessárias
Se o diagnóstico for feito logo, no caso das pessoas que prestam atenção a problemas físicos minoritários imediatamente, ou muito tarde, no caso daqueles que ignoram mesmo os sintomas mais sérios, torna0se sempre necessário adaptar-se à doença.
Aqueles que aceitam sua condição e procuram informar-se são capazes de melhor programar sua existência com a doença, inteligentemente.
Os que tentam escondê-la das pessoas à sua volta e até de si mesmos enfrentam uma longa série de episódios mentalmente dolorosos.
Em tais circunstâncias, a luta para negar o que está realmente acontecendo pode produzir anos de tensão e ansiedade.
A maneira como o indivíduo rege ao diagnóstico de Mal de Parkinson depende, em grande parte, da maneira como ele encarava a vida antes da doença.
É importante reconhecer, contudo, que o Mal de Parkinson é uma experiência singular. Não se pode reagir a ele como se fosse um problema minoritário. Ele não desaparece e pé provável que piore com o tempo.
Ao passo que alguns casos progridem extremamente devagar, outros se tornam severos muito rapidamente. Caso algum pode ser previsto com antecedência. O que quer que aconteça, o paciente do Mal de Parkinson precisa aceita-lo como parte de sua vida.
Principais tipos de adaptação
Algumas vezes é difícil evitar focalizar o elemento desastre do Mal de Parkinson. Mas isso causa mais dor emocional e pode intensificar os próprios sintomas.
Tanto quanto possível, concentrar-se no lado positivo da vida, adotar a postura "eu vou fazer o melhor que puder" ajudará o paciente.
Muitos pacientes de Parkinson acham que suas vidas ainda são agradáveis, apesar da doença não deixa-los agir do modo que agiam antes.
É muito importante que parentes chegados entendam isto, porque sua postura e reações freqüentemente influenciam o doente.
Uma postura positiva e de aceitação por parte do cônjuge do paciente e de outros membros da família e amigos pode ajudar a manter um espírito de bem-estar e aliviar muitos dos medos e ansiedades que podem acometer o paciente de Parkinson.
Postura sobre informações
Pacientes de Parkinson geralmente têm uma dentre três posturas a respeito de obter informações sobre a doença.
Primeiro a postura de não querer saber sobre a doença de maneira nenhuma, tentando não ter nada a ver com ela, encobrindo-a. Há um esforço para negar que ela existe.
Segundo, a atitude de deixar as coisas correrem, não tentar encobrir, mas também não tentar fazer algo positivo, apenas aceitando as coisas como elas vêm.
A terceira atitude é tentar obter todas as informações possíveis, consultar, planejar de antemão.
Um exemplo da primeira atitude pode ser a pessoa que no seu trabalho descobre que sua escrita está diminuindo, ou que não consegue preencher formulários como costumava. Um homem, um superintendente de uma usina siderúrgica, se aposentou um ou dois anos antes do que seria necessário, porque estava envergonhado de não poder preencher formulários.
Um outro homem também reagiu tragicamente ao saber que tinha o Mal de Parkinson. Um mecânico de aviões achou que seu sustento estava em perigo e tentou escapar negando e escondendo sua condição. Ele não permitia nem mesmo que sua esposa ou seus filhos mencionassem a palavra "Parkinson" em sua presença. Logo em seguida, ele entrou numa depressão muito profunda, pela qual teve que ser hospitalizado.
Somente depois do médico dizer a ele, "Você tem que encarar o fato de que você tem o Mal de Parkinson", ele começou a se reerguer. A partir de então, ele, sua esposa e família começaram a falar sobre isto.
Estes casos ilustram o quão importante é a postura, quando se lida com uma doença séria como o Mal de Parkinson. Negar o fato o impede de tirar o melhor proveito.
A postura de "não fazer nada e aceitar as coisas como elas vêm" pode prejudicar o paciente a longo prazo. Ele pode levar a situações em que informações importantes são obtidas tarde demais ou atitudes são obtidas tarde demais ou atitudes são adiadas por tempo demais.
Os pacientes de Parkinson precisam ser incentivados a obter as informações que eles necessitam para planejar e adaptar-se da melhor maneira possível.


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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Por que devo guardar as Células-Tronco do meu filho?









Ainda na barriga da mãe, o bebê tem a comodidade de se alimentar, respirar e fazer contato direto com ela através do cordão umbilical. O que a maioria das mães não sabe é que esse material é rico em células-tronco e, na maioria dos casos, esse importante meio de ligação de vida é descartado na hora do parto. Pensando no futuro do seu bebê, apresentaremos, a seguir, perguntas e respostas que irão te ajudar a não perder esta oportunidade única que valerá para o resto da vida!

1) O que são células-tronco?
São células capazes de se multiplicar e se diferenciar nos mais variados tecidos do corpo humano (sangue, ossos, nervos, músculos, etc), uma descoberta que está transformando esperanças de tratamentos em realidade. Em uma visão mais simples, podemos descrevê-las como “peças novas” que podem substituir as defeituosas ou se fundir a uma célula doente, tornando-a saudável.

2) Onde são encontradas as células-tronco adultas?
No sangue do cordão umbilical, no próprio cordão umbilical, no líquido amniótico, na medula óssea, na gordura, dentes, no interior de alguns órgãos, sangue periférico, etc. É no sangue do cordão umbilical que facilmente conseguimos captar grande número de células-tronco, e com o grande diferencial de serem “virgens”, ou seja, sem nenhuma interferência de fatores externos.

3) Por que devemos guardar o sangue do cordão umbilical?
Por ser uma das melhores fontes de células-tronco e por não ter sofrido nenhuma influência de fatores externos (estresse, tempo, medicamentos, infecções, alterações de temperatura), as células-tronco do sangue do cordão umbilical têm demonstrado grande eficácia terapêutica no tratamento de inúmeras doenças. Elas têm a capacidade de se transformar nos 216 tecidos do corpo, e por este motivo são chamadas de células “CURINGAS”. As células-tronco existentes no sangue do cordão umbilical e placentário apresentam vantagens em relação às demais, pois possuem 100% de compatibilidade com o DNA de seu filho. Portanto, se a criança vier a necessitar de um transplante, a entrega é imediata, sem fila de espera e em qualquer lugar, mesmo no exterior. Elas são aplicadas em mais de 70 tipos de doenças hematológicas do sangue, entre elas vários tipos de anemias, cânceres, linfomas, mielomas, leucemias, doenças autoimunes, doenças do metabolismo, entre outras. É importante lembrar que, no Brasil, a chance de se encontrar células-tronco compatíveis é maior que 1:1.000.000.

4) Como se coleta o sangue do cordão umbilical?
O sangue do cordão é coletado em sistema fechado, protegido de contaminação, sendo retirado por meio de punção da veia umbilical, independente do tipo de parto. É realizado no centro obstétrico, após a retirada do bebê e do corte do cordão umbilical. Tudo isso sem o menor risco para a mãe e o bebê.
5) Por quanto tempo as células-tronco do cordão umbilical poderão ser armazenadas no BCU?
Atualmente já existem células-tronco do sangue do cordão umbilical congeladas por 20 anos, e, com a nova tecnologia utilizada, poderemos congelar infinitamente.

6) A coleta é dolorida?
O procedimento, feito logo após o parto, é simples e indolor, tanto para a mãe quanto para o bebê. A coleta é feita a partir do sangue do cordão umbilical e da placenta, separados previamente.

7) A coleta pode ser feita em que tipo de parto?
Independente do tipo de parto a coleta poderá ser realizada da mesma maneira, com toda segurança para a mãe e o recém-nascido.

Av. Universitária, 544 - Fátima  - Teresina -PI
(86) 8825.0125 - 3233.5020
pi.teresina@bcubrasil.com.br

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Começa a campanha nacional de vacinação contra a gripe.

















A 13ª edição da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa nesta segunda-feira (25) e segue até 13 de maio.

Para este ano, a principal diferença da ação é que, além de idosos e populações indígenas, deverão ser imunizadas crianças entre 6 meses e 2 anos, gestantes e profissionais da saúde.

A campanha pretende vacinar, em 65 mil postos pelo país, 23,8 milhões de pessoas - 80% da população alvo. A ampliação do público da campanha foi estabelecida porque as complicações da influenza (pneumonias bacterianas ou agravamento de doenças crônicas já existentes, como diabetes e hipertensão) são mais comuns nesses grupos.

A vacina a ser distribuída protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1). Para a realização da campanha, o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 32 milhões de doses da vacina contra a influenza.

Para a vacinação de crianças, a orientação do Ministério da Saúde é que os pais levem seus filhos duas vezes aos postos de vacinação, para a aplicação de meia dose em cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose da vacina para que seja aplicada a segunda dose.

A vacina é segura, segundo o Ministério. Apenas não devem ser imunizadas pessoas com alergia à proteína do ovo.

Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar um médico antes da vacinação.




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ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL.


O QUE É?


O acidente vascular cerebral é uma doença caracterizada pelo início agudo de um deficit neurológico (diminuição da função) que persiste por pelo menos 24 horas, refletindo envolvimento focal do sistema nervoso central como resultado de um distúrbio na circulação cerebral que leva a uma redução do aporte de oxigênio às células cerebrais adjacentes ao local do dano com consequente morte dessas células; começa abruptamente, sendo o deficit neurológico máximo no seu início, e podendo progredir ao longo do tempo.

O termo ataque isquêmico transitório (AIT) refere-se ao deficit neurológico transitório com duração de menos de 24 horas até total retorno à normalidade; quando o deficit dura além de 24 horas, com retorno ao normal é dito como um deficit neurológico isquêmico reversível (DNIR).

Podemos dividir o acidente vascular cerebral em duas categorias: 
O acidente vascular isquêmico consiste na oclusão de um vaso sangüíneo que interrompe o fluxo de sangue a uma região específica do cérebro, interferindo com as funções neurológicas dependentes daquela região afetada, produzindo uma sintomatologia ou deficits característicos. Em torno de 80% dos acidentes vasculares cerebrais são isquêmicos.
No acidente vascular hemorrágico existe hemorragia (sangramento) local, com outros fatores complicadores tais como aumento da pressão intracraniana, edema (inchaço) cerebral, entre outros, levando a sinais nem sempre focais. Em torno de 20% dos acidentes vasculares cerebrais são hemorrágicos.
COMO SE DESENVOLVE OU SE ADQUIRE?
Vários fatores de risco são descritos e estão comprovados na origem do acidente vascular cerebral, entre eles estão: a hipertensão arterial, doença cardíaca, fibrilação atrial, diabete, tabagismo, hiperlipidemia. Outros fatores que podemos citar são: o uso de pílulas anticoncepcionais, álcool, ou outras doenças que acarretem aumento no estado de coagulabilidade (coagulação do sangue) do indivíduo.
O QUE SE SENTE?
Geralmente vai depender do tipo de acidente vascular cerebral que o paciente está sofrendo se isquêmico ou hemorrágico. Os sintomas podem depender da sua localização e da idade do paciente. Os principais sintomas do acidente vascular cerebral incluem:
Fraqueza:
O início súbito de uma fraqueza em um dos membros (braço, perna) ou face é o sintoma mais comum dos acidentes vasculares cerebrais. Pode significar a isquemia de todo um hemisfério cerebral ou apenas de uma área pequena e específica. Podem ocorrer de diferentes formas apresentando-se por fraqueza maior na face e no braço que na perna; ou fraqueza maior na perna que no braço ou na face; ou ainda a fraqueza pode se acompanhar de outros sintomas. Estas diferenças dependem da localização da isquemia, da extensão e da circulação cerebral acometida.
Distúrbios Visuais:
A perda da visão em um dos olhos, principalmente aguda, alarma os pacientes e geralmente os leva a procurar avaliação médica. O paciente pode ter uma sensação de "sombra'' ou "cortina" ao enxergar ou ainda pode apresentar cegueira transitória (amaurose fugaz).
Perda sensitiva:
A dormência ocorre mais comumente junto com a diminuição de força (fraqueza), confundindo o paciente; a sensibilidade é subjetiva.
Linguagem e fala (afasia):
É comum os pacientes apresentarem alterações de linguagem e fala; assim alguns pacientes apresentam fala curta e com esforço, acarretando muita frustração (consciência do esforço e dificuldade para falar); alguns pacientes apresentam uma outra alteração de linguagem, falando frases longas, fluentes, fazendo pouco sentido, com grande dificuldade para compreensão da linguagem. Familiares e amigos podem descrever ao médico este sintoma como um ataque de confusão ou estresse.
Convulsões:
Nos casos da hemorragia intracerebral, do acidente vascular dito hemorrágico, os sintomas podem se manifestar como os já descritos acima, geralmente mais graves e de rápida evolução. Pode acontecer uma hemiparesia (diminuição de força do lado oposto ao sangramento) , além de desvio do olhar. O hematoma pode crescer, causar edema (inchaço), atingindo outras estruturas adjacentes, levando a pessoa ao coma. Os sintomas podem desenvolver-se rapidamente em questão de minutos.
COMO O MÉDICO FAZ O DIAGNÓSTICO?
A história e o exame físico dão subsídios para uma possibilidade de doença vascular cerebral como causa da sintomatologia do paciente.Entretanto, o início agudo de sintomas neurológicos focais deve sugerir uma doença vascular em qualquer idade, mesmo sem fatores de risco associados. A avaliação laboratorial inclui análises sanguíneas e estudos de imagem (tomografia computadorizada de encéfalo ou ressonância magnética). Outros estudos: ultrassom de carótidas e vertebrais, ecocardiografia e angiografia podem ser feitos.
COMO SE TRATA E COMO SE PREVINE?
Geralmente existem três estágios de tratamento do acidente vascular cerebral: tratamento preventivo, tratamento do acidente vascular cerebral agudo e o tratamento de reabilitação pós-acidente vascular cerebral.
O tratamento preventivo inclui a identificação e controle dos fatores de risco. A avaliação e o acompanhamento neurológicos regulares são componentes do tratamento preventivo bem como o controle da hipertensão, da diabete, a suspensão do tabagismo e o uso de determinadas drogas (anticoagulantes) que contribuem para a diminuição da incidência de acidentes vasculares cerebrais.
Inicialmente deve-se diferenciar entre acidente vascular isquêmico ou hemorrágico.
O tratamento agudo do acidente vascular cerebral isquêmico consiste no uso de terapias antitrombóticas (contra a coagulação do sangue) que tentam cessar o acidente vascular cerebral quando ele está ocorrendo, por meio da rápida dissolução do coágulo que está causando a isquemia. A chance de recuperação aumenta quanto mais rápida for a ação terapêutica nestes casos. Em alguns casos selecionados, pode ser usada a endarterectomia (cirurgia para retirada do coágulo de dentro da artéria) de carótida. O acidente vascular cerebral em evolução constitui uma emergência médica, devendo ser tratado rapidamente em ambiente hospitalar.
A reabilitação pós-acidente vascular cerebral ajuda o indivíduo a superar as dificuldades resultantes dos danos causados pela lesão.
O uso de terapia antitrombótica é importante para evitar recorrências. Além disso, deve-se controlar outras complicações, principalmente em pacientes acamados (pneumonias, tromboembolismo, infecções, úlceras de pele) onde a instituição de fisioterapia previne e tem papel importante na recuperação funcional do paciente.
As medidas iniciais para o acidente vascular hemorrágico são semelhantes, devendo-se obter leito em uma unidade de terapia intensiva (UTI) para o rigoroso controle da pressão. Em alguns casos, a cirurgia é mandatória com o objetivo de se tentar a retirada do coágulo e fazer o controle da pressão intracraniana.
QUAL É O PROGNÓSTICO?
Mesmo sendo uma doença do cérebro, o acidente vascular cerebral pode afetar o organismo todo. Uma sequela comum é a paralisia completa de um lado do corpo (hemiplegia) ou a fraqueza de um lado do corpo (hemiparesia). O acidente vascular cerebral pode causar problemas de pensamento, cognição, aprendizado, atenção, julgamento e memória. O acidente vascular cerebral pode produzir problemas emocionais com o paciente apresentando dificuldades de controlar suas emoções ou expressá-las de forma inapropriada. Muitos pacientes apresentam depressão.
A repetição do acidente vascular cerebral é frequente. Em torno de 25 por cento dos pacientes que se recuperam do seu primeiro acidente vascular cerebral terão outro dentro de 5 anos. 



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sábado, 23 de abril de 2011

Dicas para Acabar com a TPM!





















tensão pré-menstrual tem caudado desconforto e transtorno na vida de muitas mulheres.No entanto, temos uma boa notícia que pode ajudar as mulheres que tem problemas com aTPMa alimentação pode ajudar a diminuir os sintomas da TPM, segundo a médica endocrinologista Alessandra Rascovski.
Veja as dicas da endocrinologista para diminuir os sintomas da TPM com a alimentação:
Para as mulheres que sofrem com ansiedade, irritabilidade e oscilações de humor, o ideal é consumir alimentos como nozes, castanhas, vegetais e cereais integrais que favorecem a liberação de serotonina, um neurotransmissor que controla a sensação de prazer e bem estar.
As mulheres que sofrem com inchaço, seios doloridos e ganho de peso, devem optar por alimentos diuréticos e funcionais, que ajudam a controlar o intestino. Consuma berinjela, agrião, alface, beterraba, chuchu e água de coco.
Para aquelas que ficam desesperadas por açúcar, que sentem fadiga e dor de cabeça, o ideal é comer a cada três horas, para acabar com aquela vontade incontrolável por doces. Consuma peixes, pães e massas integrais, frutas secas e bananas. Cuidado com os doces, coma no máximo uma porção de 50 gramas de chocolate, prefira o amargo, que é rico em antioxidantes e não estimula a compulsão.
Para a mulher que fica deprimida, com insônia e perde a memória, consuma alimentos que ajudam a combater a depressão como iogurte, cereais integrais, nozes, castanhas e peixes.
Também é importante diminuir o sal para evitar inchaços e dores nas pernas. E cuidado com a cafeína, ela é estimulante e agrava os sintomas da TPM.
Com essas dicas ficará mais fácil driblar a TPM.


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quinta-feira, 21 de abril de 2011

A Emagrecer Fast proporciona o melhor da medicina estética e emagrecimento!















Quem não sonha em se ver livre das incomodas gordurinhas que destroem a auto-estima de homens e mulheres que convivem com o sobrepeso? Isso é possível com esforço, determinação e uma providencial ajudinha profissional, que aqui no Piauí tem nome e sobrenome: DR FERNANDO MODESTO, médico da clínica Emagrecer Fast.

O médico Fernando Modesto, da Clinica emagrecer Fast, não esta apenas revolucionando o mercado, como também tem ajudado muitas pessoas a fazer as pazes com o próprio corpo.

O programa de emagrecimento desenvolvido na clínica dura cinco semanas e inclui acompanhamento médico rigoroso, dieta alimentar, exercícios físicos aeróbicos, acupuntura auricular, infra-red e mesoterapia, que no bom  português significa a aplicação de enzimas.

No tratamento que ele classifica como “um verdadeiro show de resultados” são usados seis tipos de enzimas diferentes, que ropem a barreira da gordura e fazem a lipólice, combatendo flacidez, celulite, estrias e gorduras localizadas. O método, segundo ele, é associativo a outra parte do tratamento. “Para a manutenção dos resultados, é importante ter disciplina”, afirma.

O médico, que quinzenalmente vai ao rio de janeiro fazer dobradinha com o famoso Dr. Waldir Ceciliano, uma espécie de papa  da bioplastia no Brasil, também esta trazendo a técnica para a Emagrecer Fast. O espaço para a realização do procedimento esta lindo de se ver. Como trabalha com resultados, o profissional esta se cercando de todos os cuidados para que este novo segmento tenha o mesmo padrão de qualidade de todos os outros. “Só trabalhamos com o que existe de melhor no mercado”.

Que o tratamento realizado na clínica do médico Fernando Modesto é um sucesso, todo mundo já sabe.
Em apenas 11 meses no mercado, ele já conquistou um leque de clientes que incluem desde pessoas famosas as mais simples. “É um sonho que quero concretizar. Levar uma marca genuinamente piauiense para outros lugares” assegura.

Piauiense, médico do flamengo há 15 anos e um apaixonado por esporte o médico Fernando Modesto se diz um homem realizado e de bem com a vida. Tão de bem, que quer agradecer a Deus pelas inúmeras oportunidades que tem recebido.


Emagrecer Fast
Rua Comandante Área Leão, n° 10
Bairro: São Cristovão -  Teresina - PI
Fone: (86) 3232-2161  (Avaliação Estética Grátis)
www.emagrecerfast.com.br


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Introdução da criança ao consultório odontológico!












A introdução da criança ao consultório odontológico é um momento muito especial, devendo ser encarado com naturalidade.

Hoje, mais do que nunca, a odontologia encontra-se focada na promoção da saúde e prevenção das doenças como a cárie e doenças da gengiva. Portanto, há um entendimento generalizado de que a criança “deve” procurar iniciar o atendimento odontológico o mais precocemente possível. E isto é uma verdade! Entretanto, devemos observar a delicadeza deste momento e percebermos com sensibilidade que nem todas as crianças da mesma faixa etária encontram-se preparadas para tal experiência. Lembremo-nos sempre que cada criança tem seu tempo e que isto também é uma verdade!

Quando falamos de atendimento odontológico precoce, queremos afirmar que quanto antes os pais levarem seus filhos a esta experiência, maiores são as chances do odontopediatra encontrar este paciente em condições saudáveis, realizando uma prática odontológica muito pouco invasiva (limpeza, flúor, etc) passando, portanto a criança por uma experiência positiva, construtiva e motivadora à colaboração no atendimento e orientações prestadas pelo profissional.

Para este momento sugerimos algumas recomendações:

- A escolha do profissional
- Que os pais diminuam suas expectativas e ansiedade
- Que os pais evitem mencionar a palavra NÃO no seguinte contexto: “não vai doer nada filho...ou...aqui não tem agulha ...ou....não precisa ficar com medo....
- Não mintam para a criança dizendo-lhe que está indo ao parque ou ao shopping ou a qualquer outro lugar. A criança não é boba e vai perceber a mentira e pior, pode achar que se os seus pais mentiram é porque aquele lugar não é nada legal
- Conversem com seus filhos. Procurem uma linguagem acessível e falem abertamente sobre a importância desta visita. Se for preciso recorram a gravuras, desenhos, bichinhos (muito bom para crianças com até 3 anos).
- Que os pais peçam ajuda a escola da criança. Com certeza seus professores terão o maior prazer em ajudá-los.
- Demonstrem alegria, satisfação e segurança ao conduzi-la ao consultório

Em nosso entendimento as causas da não colaboração da criança ao atendimento odontológico podem ser trazidas de casa ao consultório ou serem criadas no decorrer do tratamento mal conduzido. Portanto é de fundamental importância a preparação dos pais e da criança, bem como a escolha do profissional que conduzirá o tratamento.

Dra. Fabíola Serra
www.clinicafabiolaserra.com


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O que é Fimose?












O pênis é formado pela glande, pelo corpo e pela base. A partir de sua base, ele é todo revestido por uma pele chamada prepúcio. Essa pele serve para proteger todo o pênis, mas precisamente, a glande, que é a cabeça do pênis, e a parte mais sensível dele.

Puxando essa pele para baixo, em direção à base do pênis, a glande fica exposta. Quando existe a dificuldade em expor a glande porque não se consegue puxar o prepúcio para baixo, dizemos que existe a fimose.

A fimose nada mais é do que a dificuldade de expor a glande, porque a pele está colada nela ou também porque se formou um anel dessa pele que reveste o pênis, ficando tão estreita, a ponto de impossibilitar que a pele se retraia.

O que muita gente não sabe é que a maioria dos bebês nasce com fimose. Conforme vão crescendo, a pele vai se descolando e, mais ou menos perto dos 3 ou 4 anos de idade, ela acaba desaparecendo e não consiste em nenhum problema.

Se ela persiste, a correção com tratamento ou cirurgia deve ser feita, pois devido à pele não descer para expor a glande, pode haver constantes inflamações no local, assim como haverá acúmulo de esmegma, que é uma substância esbranquiçada e com cheiro forte que surge justamente pela impossibilidade de uma boa higiene no local. A cirurgia também é recomendada como uma prevenção de ter um câncer no local.



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Caminhada contra o Crack!














A Primeira Caminhada Piauí sem Drogas, ocorreu hoje dia 17 de abril, às 8h, a caminhada tem como objetivo sensibilizar a população dos malefícios causados pelas drogas. O evento está sendo organizado pela Câmara de Enfrentamento ao Crack, que espera reunir mais de cinco mil pessoas de diversos setores da sociedade.


Segundo Zita Vilar, organizadora do evento e secretária executiva da Câmara de Enfrentamento, o trajeto teve início no Palácio de Karnak, com um ato ecumênico e segue pela Avenida Frei Serafim até a Assembléia Legislativa, onde acontece um momento cultural no encerramento.

“Precisamos chamar a população para participar do processo de enfrentamento ao uso de drogas, já que é um assunto muito complexo.”, ressalta Zita Vilar. Ela explica que a as drogas no Piauí é uma questão de saúde pública que exige empenho de todos, não só do Poder Público.

“O uso da droga, por si só, já gera três grandes problemas: violência, morte no trânsito e transmissão de doenças sexualmente transmitidas (DST)”, afirma Zita Vilar.  A secretária executiva da Câmara de Enfrentamento ao Crack é professora da UFPI e responsável por organizar as ações a serem realizadas pela Câmara. Veja mais fotos da caminhada na categoria Galeria de fotos do site: Piauí Saúde.


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quarta-feira, 20 de abril de 2011

O que é Alergia respiratória?
















O que é?
Uma alergia é uma reação específica do sistema de defesa do organismo a substâncias normalmente inofensivas. Pessoas que têm alergias freqüentemente são sensíveis a mais de uma substância.
Os tipos de alergenos - substâncias que causam reações alérgicas incluem:
- pólens, 
- partículas de pó, 
- esporos de fungos, 
- alimentos, 
- látex, 
- veneno de insetos e 
- medicamentos.
Como se desenvolve?
Cientistas pensam que as pessoas herdam uma tendência a serem alérgicas, significando uma maior probabilidade destas pessoas serem alérgicas a um ou mais alergenos, embora eles provavelmente não tenham herdado uma tendência a serem alérgicos a qualquer alergeno específico.

Crianças desenvolvem mais alergias quando seus pais apresentam este problema.

Normalmente, o sistema imune funciona como defesa do organismo contra agentes invasores, como as bactérias e vírus. Entretanto, na maioria das reações alérgicas, o sistema imune (de defesa) está respondendo a um falso alarme. A pessoa primeiro entra em contato com um alergeno e o sistema imune trata este como um invasor e mobiliza-se para atacá-lo.

O sistema imune gera grandes quantidades de um anticorpo chamado imunoglobulina E (IgE).

Cada anticorpo IgE é específico para um tipo particular de alergeno.
No caso da alergia a pólen, um tipo de anticorpo pode ser produzido para reagir contra um tipo de pólen, enquanto outro pode ser produzido para combater outro tipo de pólen.

Quando um alergeno (pólen, pó ou outro) entra em contato com seu anticorpo IgE específico, vários elementos químicos são liberados no sangue e passam a agir em várias partes do corpo, assim como no sistema respiratório, causando os sintomas da alergia.

No sistema respiratório, a alergia poderá manifestar-se como uma doença alérgica no nariz (rinite alérgica) ou nos pulmões e vias aéreas (asma ou hiper-reatividade brônquica).

O que se sente?
- espirros 
- coriza (nariz com corrimento) 
- obstrução nasal 
- tosse 
- gota pós-nasal ("catarro escorrendo atrás da garganta") 
- olhos, nariz e garganta um pouco avermelhados 
- chiado no peito

Como se faz o diagnóstico?
Quando o médico conversa com seu paciente, ele tem a chance de obter dados que indiquem a possibilidade diagnóstica de uma alergia respiratória.
O exame físico auxiliará neste sentido.
Além disso, o médico poderá realizar testes de pele e de sangue como exames complementares.

No teste de pele, o médico poderá definir se o paciente tem na sua pele anticorpos do tipo IgE que reagem a determinado alergeno.

Utilizará extratos diluídos de alergenos como o pó dos ácaros, pólens ou mofos para realizar o teste, que pode ser feito através de inserção do alergeno debaixo da pele ou pela aplicação deste sob um diminuto arranhão feito no braço.

Este teste de pele é fácil de fazer, além de ser barato.
Entretanto, não deverá ser feito em pessoas com eczema (tipo de doença alérgica disseminada na pele). Nestes casos, poderá ser feito um outro teste diagnóstico chamado RAST, que utiliza uma amostra de sangue para determinar os níveis do anticorpo IgE circulante no sangue contra um alergeno particular.

Como se trata e Como se previne?
Os médicos utilizam três abordagens gerais para ajudar as pessoas com alergias:


- fazem uma série de perguntas aos pacientes em relação ao problema; 

- alertam sobre como evitar o contato com os alergenos; 

- prescrevem medicações para alívio dos sintomas.


Embora não exista cura para as alergias, uma destas estratégias ou a combinação delas poderá dar graus variados de alívio dos sintomas alérgicos.

Um tratamento medicamentoso e com finalidade preventiva também poderá ser realizado.


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